quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Fender lança a Kurt Cobain Jaguar.



Notícia colhida diretamente do site da Fender e gentilmente traduzida pelo nosso amigo CavalierDeth (twitter: @dydimo).  




Fender apresenta um dos mais distintos modelos assinados, a Kurt Cobain Jaguar, modelada meticulosamente na maltratada e bastante incomum Jaguar 1965 que Cobain utilizou durante o início da década 90, quando Nirvana dominou o rock e liderou um movimento impressionantemente subversivo, musical e culturalmente.

Os luthiers da Fender reproduziram a Jaguar canhota e maltratada de Cobain nos menores e mais inusitados detalhes, incluindo o seu acabamento de desgastes por uso, captadores duplos humbucker e controles e partes elétricas únicas (que eram vendidas na época em que Kurt adquiriu a guitarra no verão de 1991)

Características únicas e um corpo em amieiro (alder) com sinais de uso e tratamento de envelhecimento, escala com marcadores de pontos perolados, cabeça (headstock) perfil Stratocaster no estilo de 1950, logotipo "spaghetti", captadores do braço DiMarzio humbucking DP103 PAF 36th Anniversary e da ponte DP100 Super Distortion, três botões serrilhados com cúpula cromada (volume-volume-tonalidade), chave seletora de três posições, ponte Adjusto-Matic em preto cromo e afinadores blindados Gotoh. Disponível em versões para canhoto ou destro.

Acessórios inclusos: case hard-shell preto em vinil texturizado e um exclusivo livro Fender Kurt Cobain com fotos e comentado por Charles Peterson, além de uma entrevista reveladora com o técnico em guitarras do Nirvana, Earnie Bailey.

Tradução livre: CavalierDeth

10 comentários:

  1. Nossa, linda demais a guita, não entendo muito das peças de guitas e tals (se falasse de bateria ai sim kk') mas fico muito show msmo ela!!!

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  2. Guitarra digna de quem impulsionou o Grunge para o mundo !
    Equipamento muito bom, tanto captação como os detalhes do corpo.

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  3. Um ótimo item pra colecionar - ahh Brasil - ahh imposto :/

    Linda guitarra - umas das mais memoráveis do kurt.

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  4. Show de bola a aparência da guitarra! E quanto a qualidade da guitarra acho que não tem nem o que eu falar, afinal Fender é Fender!rs

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  5. acho, desculpem-me os fãs de grunge e do Kurt, uma perda de tempo a Fender fazer uma signature pra um cara que mal sabia tocar guitarra...

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  6. Então, Thales... eu acredito que a Fender fez esta homenagem muito mais pelo que ele representa do que exatamente pelo que tocava.

    Eu também não colocaria o Kurt na minha lista de melhores guitarristas. Mas o cara deixou o nome na história do Rock, sem dúvida.

    Grande abraço

    Marcelo Oliveira

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  7. fala galera!
    a guitarra é bem equipada (sendo uma fender signature como não seria?).
    outra coisa que acho que deve ser comentado aqui
    é que rock'n'roll não precisa, necessariamente, ter harmonias complicadas e solos virtuosos e cheios de feeling, acredito que o principal papel do rock'n'roll e fazer os ouvintes sentir a energia que é passada pela música, seja ela com dois acordes ou milhões de acordes!
    e Kurt fazia isso muito bem!
    e só pra constar, não gosto de nirvana, mas isso não me faz meter o pau neles, apenas reconheço como uma grande banda que passou e muitos seguiram e seguem até hoje!

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  8. Faço das belas palavras de nosso amigo Dick Carffe as minhas! Parabéns pela mentalidade irmão!

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  9. Eu creio que o Thales estava pensando num critério técnico. É fato que existam outros guitarristas de maior peso na história do Rock, em se tratando de guitarras, que ainda não receberam honraria semelhante.

    Porém, eu acho que o critério da Fender não foi técnico. Penso que houve uma preocupação mercadológica, claro, mas também de prestar homenagem a um artista que marcou um movimento musical e cultural importante. E isto, como bem disse o Dick, independe da sua habilidade com a guitarra.

    É bacana pensarmos juntos em algo bastante interessante. Uma ótima reflexão que nasceu de uma notícia sem maiores pretensões!!! =)

    Obrigado a todos!

    Grande abraço

    Marcelo Oliveira

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  10. Prezados Thales, Dick e Marcelo, são muito boas suas indagações, e compartilho em muito delas, afinal o Kurt e o Nirvana além de terem representado muito bem o Rock, ainda incentivam muitos roqueiros.

    O importante não é a complexidade da música, mas sim o que de humano é transmitido por meio dela, trata-se de Arte, assim tanto a técnica virtuose quanto a simplicidade importa muito.

    Confesso que o Nirvana não é, e não foi, uma das minhas bandas favoritas, mas reconheço muitas composições como excelentes, e é merecida toda a festança a respeito dos 20 anos de lançamento do Nevermind!

    Grande abraço a todos.

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